15 hábitos que você precisa mudar para não destruir seus rins

Com toda a correria presente no cotidiano, às vezes mal sobra tempo para refletir a quantidade de maus hábitos que temos, e uns dos órgãos mais afetados por esses maus hábitos, são os rins.

É possível passar praticamente a vida inteira com apenas 20% do funcionamento dos rins, dessa forma, a maioria das pessoas podem estar prejudicando gradualmente o funcionamento dos rins, sem nem ao menos perceber.

Conhecidos como sendo órgãos vitais, os rins são responsáveis por filtrar o sangue, eliminar as más toxinas através da urina, pela produção de hormônios, e muito mais.

Por isso, é mais do que importante se preocupar em mudar alguns hábitos, para que seus rins não deixem de ser saudáveis, e dessa forma, não correr riscos de desestabilizar o seu organismo como um todo (ou correr o risco de desenvolver uma doença cardiovascular).

Veja 15 hábitos que você precisa mudar para não destruir seus rins

Confira abaixo os 15 hábitos mais comuns e que prejudicam o funcionamento dos rins:

1 – Prolongar à ida ao banheiro

Evite ao máximo segurar o xixi por muito tempo ou frequentemente.

Vá até o banheiro assim que for possível, pois segurar a urina fará com que a sua bexiga acumule bactérias, e ainda, o hábito poderá levar a uma incontinência urinária ou insuficiência renal – devido à alta pressão nos rins.

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2 – Consumir pouca água

Quando você bebe pouca água, o fluxo sanguíneo acaba encontrando uma dificuldade maior para chegar até os rins.

Assim, o rim fica incapacitado de eliminar as toxinas presentes organismo, e ao mesmo tempo, as toxinas se acumulam no sangue.

Além disso, a ingestão insuficiente de água aumenta o risco de cálculos renais.

O recomendado é beber cerca de 10-12 copos de água por dia – ou 2 litros – para manter os rins funcionando corretamente, uma quantidade superior à isso pode também sobrecarregar os rins.

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3 – Sal de cozinha e sódio em excesso

O sal de cozinha é uma das principais fontes de sódio presente na dieta.

Entretanto, a quantidade de sódio ingerida pode ficar ainda maior com o consumo de alimentos industrializados e refrigerantes sem açúcar.

O rim é o encarregado por metabolizar cerca de 95% do sódio consumido através da alimentação, e precisam reter água para diluir o nutriente na corrente sanguínea.

Os rins acabam precisando trabalhar muito mais para eliminar o excesso de sal no organismo, isso diminui progressivamente a função renal e pode geral hipertensão arterial.

Ocorre também o aumento da pressão sobre os rins, e aumenta as chances de desenvolver cálculos renais.

Recomenda-se uma quantidade de 5,8 gramas de sal por dia, para não sobrecarregar a atividade renal.

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4 – Tomar muito refrigerante

Várias pessoas acreditam estar se hidratando corretamente através da ingestão de refrigerantes ou outras bebidas gaseificadas.

Terrível engano!

Na verdade, uma pesquisa realizada pela Universidade de Osaka concluiu que o consumo de duas ou mais latinhas de refrigerante está ligado diretamente a um aumento significativo das chances de desenvolver uma doença renal.

Cerca de 12.000 funcionários da Universidade – consumidores de grandes quantidades de refrigerantes – participaram da pesquisa, e o resultado apontou que eles eram mais susceptíveis a ter proteínas na urina.

Refrigerantes possuem uma alta concentração de cafeína, ácido fosfórico, e adoçantes industrializados, que à longo prazo, sobrecarregam os rins – podendo levar à cálculos renais.

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5 – Cigarro

Que o cigarro não faz bem, todo mundo já sabe.

Afinal, o hábito de fumar aumenta a pressão arterial, implicando em um fluxo sanguíneo reduzido.

O fumo vem sendo associado ao estreitamento dos vasos sanguíneos, originando a aterosclerose.

Dessa forma, o fluxo de sangue acaba sendo afetado e passa a funcionar de forma irregular para todos os órgãos, principalmente para os rins.

Diversas pesquisas passaram a estudar a relação entre o tabagismo e doenças renais.

De acordo com a Associação Americana de Pacientes Renais, o hábito de fumar é a causa principal da doença conhecida como “Insuficiência renal terminal”.

São necessários apenas dois cigarros por dia para aumentar os sinais de dano arterial, de acordo com um estudo publicado no Clinical Pharmacology and Therapeutics.

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6 – Dieta muito alta de proteína animal

Uma dieta contendo proteínas é mais do que importante para um bom funcionamento do organismo como um todo.

Entretanto, o consumo em excesso de alimentos à base de proteína – como a carne vermelha – e de alimentos muito ricos em proteína – peixe e ovos – gera aumento do índice de ácido úrico, e uma carga metabólica alta.

A digestão de proteína faz com que o corpo produza amônia, uma toxina que deve ser neutralizada pelos rins.

O excesso de proteína na dieta levará seus rins a trabalhar mais, podendo levar a uma insuficiência renal.

Caso você já possua um histórico de doenças renais, vale a pena conversar com o seu médico ou nutricionista para que eles te ajudem a encontrar alternativas de alimentos que sejam menos abrasivas aos rins.

Reduza o consumo de proteína animal ou opte, por exemplo, por proteínas de origem vegetal.

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7 – Cafeína em grandes quantidades

A cafeína é um estimulante que está presente em outras bebidas além do café.

Refrigerantes, chocolates, chás, e energéticos no geral, também possuem cafeína presentes em suas fórmulas.

O excesso dessa substância gera aumento da pressão arterial, aumentando o fluxo sanguíneo, expondo os rins a uma alta pressão.

Com o tempo, pode levar à danos irreversíveis.

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8 – Bebidas alcoólicas em excesso

Convenhamos: Não há mal algum em uma cervejinha ou outra de vez em quando.

O problema é que em casos onde o consumo de álcool se torna recorrente e em exagero, existe a possibilidade de desenvolver uma doença renal crônica ou piorar uma possível complicação renal já existente.

Bebidas alcoólicas carregam consigo toxinas, que acabam indo direto para o fígado e rins.

O ácido úrico fica armazenado nos túbulos renais, o excesso do mesmo acaba por conduzir obstrução tubulares, aumentando ainda mais o risco de uma insuficiência renal.

E mais, o álcool possui a tendência de desidratar o corpo e assim, prejudica e sobrecarrega a atividade normal dos rins.

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9 – Abuso de analgésicos e anti-inflamatórios

Existem pessoas que possuem dores crônicas e só conseguem sentir melhora com o uso de analgésicos.

Ainda que não seja muito recomendado, é ainda pior quem faz uso indiscriminado de tais medicamentos.

É só sentir uma dorzinha de cabeça e pronto: “Vou tomar um anti-inflamatório, que resolve.”.

A maioria das pessoas desconhecem os perigos de tal atitude.

Na verdade, o abuso de analgésicos e anti-inflamatórios pode provocar a redução progressiva da capacidade de filtração dos rins, e diminuir o fluxo sanguíneo.

Remédios dessa linha, em excesso, podem levar a complicações (efeitos colaterais) renais ou hepáticas, aumentando o risco do desenvolvimento de uma insuficiência renal aguda.

Somente faça uso de anti-inflamatórios sob a orientação de um médico, e ainda, que tal optar por analgésicos naturais?

Uvas: Possuem propriedades anti-inflamatórias muito boas para dor nas costas.

Vinagre de maçã: Possui propriedades alcalinas, gerando efeitos que acalmam o estômago.

Camomila: O chá de camomila pode auxiliar com a dor nas costas, cintura e pescoço.

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10 – Deficiência de vitamina B6

Para ter uma boa saúde dos rins, é recomendada a ingestão diária de aproximadamente 1,3 miligramas de vitamina B6.

A deficiência dessa vitamina pode acarretar em uma possível formação de cálculos renais.

As principais e mais comuns fontes em que se é possível encontrar a vitamina B6 é com a ingestão de batatas, peixe, fígado de boi, grãos de bico e frutas que não sejam cítricas.

Uma boa alternativa também é comprar suplementos que contenham essa vitamina, e ingerir diariamente conforme a prescrição de um médico.

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11 – Não praticar exercícios de forma regular

Um estudo realizado com 139 pessoas pelo Hospital Estadual Konya Numune – Turquia – apontou que os indivíduos sedentários possuíam uma função menos preservada do que as pessoas que se exercitavam regularmente.

A diabetes e a hipertensão são as disfunções mais frequentemente associadas à complicações no rins, e a prática de esportes pode diminuir o risco de que ambas as doenças surjam.

Ainda, uma pesquisa publicada pelo Jornal da Sociedade Americana de Nefrologia – em 2013 – mostrou que as mulheres que já passaram da menopausa, possuem cerca de 31% menos chance de desenvolver cálculos renais se praticarem exercícios regulares.

Vale a pena sair pra correr de vez em quando, não acha?

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12 – Não dormir adequadamente

Algumas pessoas possuem uma dificuldade em manter o sono regular.

Trabalhar até tarde, ficar acordada até altas horas vendo filmes, é normal. Quem nunca?!

O problema é que quando coisas do tipo se repetem excessivamente, os rins acabam sendo afetados diretamente.

De acordo com uma matéria publicada pelo Science Daily, a privação frequente do sono pode levar a doenças renais.

Enquanto você dorme, os tecidos renais se renovam, por isso, uma noite de sono interrompida constantemente faz com que a funcionalidade dos rins seja afetada – De acordo com o Dr. Michael Sole, cardiologista e professor de medicina na Universidade de Toronto.

Más noites de sono podem gerar, gradualmente, o aumento da obstrução das artérias e elevação dos índices da pressão arterial, aumentando as chances de desenvolver doenças renais.

Procure ter 7-8 horas de sono por dia!

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13 – Deficiência de Magnésio

Em nossa dieta, às vezes podemos deixar passar batido alguns nutrientes e minerais essenciais para a saúde do organismo como o magnésio, por exemplo.

Inúmeras pesquisas apontam que o magnésio é um mineral fundamental para a prevenção de cálculos renais.

O magnésio auxilia o corpo com a absorção e assimilação do cálcio, por isso, quando há um quadro de deficiência de magnésio, os rins acabam ficando sobrecarregados – aumentando consideravelmente as chances de desenvolver cálculos renais.

A princípio, qualquer alimento (ou suplemento) com magnésio presente na fórmula pode ajudar contra a formação de pedra nos rins.

A Universidade Central de Maryland recomenda a ingestão de uma dosagem diária de magnésio não somente para o combate de cálculos renais, mas para uma boa saúde do organismo como um todo.

Você pode acrescentar frutas (como o abacate), grãos, castanhas, folhas e vegetais ricos em magnésio na sua dieta.

O cloreto de magnésio também pode ser ingerido na forma de cápsulas ou cristalizado – que você pode encontrar em supermercados ou em farmácias.

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14 – Menosprezar e não tratar infecções comuns

No decorrer da vida, é muito comum adquirir algumas infecções normais como a gripe, candidíase, tosse e resfriados em geral.

Por esse motivo, a pessoa pode acabar cometendo alguns “desleixes”, não tratando adequadamente tais ameaças relativamente “inofensivas”.

E é aí que mora o perigo.

O não tratamento de infecções simples acaba levando o seu corpo à exaustão, podendo causar uma doença renal.

Para evitar que isso ocorra, cuide bem da sua higiene diária, tome as vacinas corretamente e hidrate-se sempre que possível.

Procure tomar antibióticos naturais (sempre consultando um médico de sua confiança) e vitaminas.

Dessa forma, você fortalecerá o seu sistema imunológico e evitará que as infecções voltem a aparecer.

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15 – Alimentos geneticamente modificados

Cada vez mais surgem estudos apontando o quão relevante são os impactos das comidas transgênicas à nossa saúde.

Os órgãos mais afetados por esses produtos são aqueles ligados à eliminação de impurezas, como os fígados e os rins.

Milhos transgênicos, carnes de animais que ingeriram alimentos adulterados para que crescessem mais rápido, frutas e legumes desenvolvidos em laboratório…

São alimentos mais baratos e muitas vezes mais cômodos, entretanto, trazem consigo um risco enorme à saúde dos rins.

Uma boa dica é ter em sua casa alguns vasos com temperos orgânicos – plantados por você mesmo.

Dê uma passadinha na feira e encontre com um feirante em que você possa confiar!

rins

Essas dicas ajudarão e muito na prevenção de praticamente qualquer doença.

Cuidar da saúde dos rins é bem mais fácil do que você imaginava.

E aí, o que achou das dicas?

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