Saiba como diminuir os riscos da lipoescultura e conquistar a silhueta perfeita

A lipoescultura é um procedimento estético que se tornou muito popular com a promessa de resultados rápidos e quase imediatos.

Ela visa a redistribuição de gordura e promete que você poderá conquistar a silhueta perfeita.

No entanto, por melhor que pareça o resultado, toda a cirurgia está propensa a riscos.

Os riscos da lipoescultura estão associados ao ato operatório e após a ele e, por isso, devem ser respeitados e informados sempre que necessário o procedimento.

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Para o cirurgião, os riscos da lipoescultura são os mesmos em relação aos da lipoaspiração.

Isso acontece porque o foco é remover a gordura de um determinado lugar e enxertar ou descartar em outro (geralmente glúteos e coxas).

Cânulas também são utilizadas e, na presença de alguma deformidade interna ou acesso curto às vísceras, é possível que perfurações aconteçam e consequentemente o quadro de hemorragia leve à morte.

Embora esse risco da lipoescultura deva ser considerado, os registros mostram que não é algo frequente.

Mesmo na lipoaspiração, a cada 100 mil casos, são registradas apenas 3 mortes.

O que eu quero que você entenda é: elas acontecem.

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Quais são os riscos da lipoescultura e como diminui-los?

Quais são os riscos da lipoescultura e como diminui-los?

No geral, os riscos da lipoescultura são divididos em intercorrências comuns e raras.

Elas podem ser evitadas ou minimizadas a partir de alguns cuidados básicos que fazem toda a diferença.

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Riscos comuns da lipoescultura

Riscos mais comuns da lipoescultura

Produção de um seroma: o seroma nada mais é do que um acúmulo de líquido indesejado em uma região específica.

Ele pode ser minimizado ou mesmo evitado se você marcar sessões de drenagens linfáticas, alimentar-se bem e beber muita água, para diminuir a retenção de líquidos.

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Edema: o inchaço ou edema é uma condição comum a todo o tipo de cirurgia.

Ele só traduz que “algo foi mexido ali”, juntamente com os hematomas. Para evita-lo – em alguns casos – ou minimiza-lo, seu médico pode passar medicamentos para este fim ou solicitar compressas de água fria ou quente na região operada.

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Perda temporária da sensibilidade na região: esse tema é muito polêmico e a maioria das pessoas acredita que nunca mais poderá sentir a região.

Em alguns casos raros, esse resultado acontece, mas nem sempre.

Se você já passou por uma cesariana ou fez alguma coisa cirurgia na barriga, saiba que a sensação é a mesma.

Após a cirurgia você terá uma sensação estranha de dormência por toda a região que, com o tempo, vai diminuindo e se atendo apenas à cicatriz.

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Dor: geralmente leve a moderada e, em raros casos, severa, a dor pode ser um incômodo.

Mas, não se preocupe quanto a isso.

Seu médico irá te receitar analgésicos poderosos para evitar ou minimizar o desconforto.

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Equimoses: parente dos hematomas, essas manchas roxas somem com o tempo e não são necessários tratamentos específicos.

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Hipertrofia ou Hipercromia da cicatriz: em alguns casos, a cicatriz pode “crescer” ou hipertrofiar, ou mesmo “corar” e ficar mais escura depois da cirurgia.

Caso isso aconteça e seu resultado não seja satisfatório, é possível conversar com seu médico sobre a correção da cicatriz, também.

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Riscos raros da lipoescultura

Riscos raros da lipoescultura

Infecções: embora seja praticamente quase impossível a contaminação de um ambiente estéril durante a cirurgia, é possível.

No entanto, a maioria das causas de infecções estão associadas a maus cuidados no pós-operatório do paciente que: tem medo de limpar a área ou a força demais e quebra os pontos, expondo tecidos mais internos.

Nesse caso, siga sempre as instruções do seu médico.

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Perfuração infra-abdominal: embora seja algo muito difícil de acontecer, já houveram relatos de problemas associados a esse tipo de procedimento estético.

Aqui, não há muito o que fazer porque vai depender da técnica médica e sua competência de lidar com complicações.

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Alergia aos anestésicos e/ou medicamentos: claro que, antes do procedimento o médico pedirá alguns exames e fará uma anamnese (prontuário) detalhada para colher o máximo de informações possíveis sobre você.

Se você não tem ciência de alergia a anestésicos ou medicamentos, procure um alergologista capacitado antes do procedimento e, de maneira complementar, peça uma avaliação completa.

Esses dados serão úteis na cirurgia e darão ainda mais confiança ao médico cirurgião para administrar os medicamentos que precisa.

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Minimizando ainda mais os riscos da lipoescultura

No geral, cada médico segue sua própria receita para as demais situações, mas, a recomendação gira em torno do uso de cintas modeladoras 24 horas por dia associada a sessões de drenagem linfática por um mês e o uso da cinta reduzido para 12 horas – geralmente só a noite – por mais um mês ainda com as sessões de drenagem.

A drenagem linfática é um procedimento preventivo a riscos da lipoescultura e deve ser iniciada com até três dias após o procedimento cirúrgico e seguido com a frequência de duas a três vezes por semana pelos próximos dois meses.

Para minimizar ainda mais os riscos da lipoescultura, é necessário sempre seguir as recomendações médicas, fazer o possível para manter o peso e os resultados, certificar-se de bons resultados nos exames e tomar um anticoagulante – prescrito pelo médico – 12 horas antes da cirurgia.

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  1. Claudia maio 8, 2018

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