Entenda a diferença entre lipoaspiração e lipoescultura

Os procedimentos cirúrgicos estéticos conquistaram de vez o corpo das brasileiras. De acordo com o rankeamento recente divulgado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), o Brasil é o líder mundial em números desses procedimentos, superando os Estados Unidos. Foram 1,49 milhão de cirurgias em 2013, o que representa mais de 10% do total de todo o mundo. Antes de qualquer decisão é importante conhecer corretamente os procedimentos e seus riscos. Entenda as diferenças entre a lipoaspiração e a lipoescultura para tirar as dúvidas e se planejar melhor.

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Diferenças entre lipoaspiração e lipoescultura

A diferença entre esses procedimentos é uma dúvida comum em qualquer consultório. Ambas são indicadas para quem deseja afinar a silhueta corporal, retirando algumas gorduras de determinadas partes do corpo. As duas operações são semelhantes e muitas vezes são executadas de maneira combinada.

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lipoaspiração

Por exemplo, toda lipoescultura envolve uma lipoaspiração. Entretanto, a recíproca não é verdadeira. A lipoaspiração se baseia na retirada de gordura por meio de alguns tubos injetados, por meio de um mecanismo de sucção que aspira a gordura localizada e resistente em pontos específicos. É importante destacar que as duas são usadas em casos em que é desejado um ajuste do contorno corporal, não a perda de peso.

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Já na lipoescultura, o processo executado é o mesmo, entretanto, a gordura retirada é novamente reinjetada em outras áreas, “esculpindo” o corpo do paciente conforme o desejado. Essa prática torna a estrutura do paciente mais harmônica, retirando algumas áreas em excesso e preenchendo determinadas outras.

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Os pacientes que optam por esse tipo de cirurgia geralmente buscam a eliminação de gorduras localizadas e o aumento de outras áreas, como é o caso dos glúteos ou do culote, principalmente entre as mulheres. Os riscos de rejeição são diminuídos, já que a gordura aplicada pertence ao próprio paciente, diferentemente do que ocorre com implantes artificiais.

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O pós-operatório inclui cintas elásticas e drenagem linfática. Ultrassons são feitos rotineiramente uma semana depois da operação. Essas práticas têm o intuito de acelerar o processo cicatrizatório e diminuir a aparição de edemas. Apesar de ser um procedimento radical e rápido, os resultados demoram um pouco a aparecer. É preciso uma espera de cerca de 6 meses após a cirurgia para ver o resultado, sendo que no quarto mês o progresso já é visível.

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A crescente onda desperta também para questões relevantes, como a precaução ao realizar qualquer tipo de procedimento ou até mesmo nas consultas médicas. É preciso muito planejamento, estudo e cuidado antes de qualquer decisão. Por isso, a conversa com o especialista é essencial para que a experiência seja positiva e os resultados satisfatórios.

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