Estudo diz que mulheres com parceiros atraentes se sentem mais pressionadas a fazerem dietas

O amor costuma preencher nossas vidas com alegrias, emoções e deliciosos friozinhos na barriga.

Quando encontramos alguém capaz de provocar essas sensações incríveis em nós, tudo parece entrar em harmonia e acreditamos poder, enfim, relaxar e ficar com a autoestima lá em cima.

Mas será mesmo?

Um estudo realizado pela Faculdade de Psicologia da Universidade do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, atestou que nem tudo são flores quando o assunto é a autoestima de mulheres que encontram-se em um relacionamento sério e duradouro.

A pesquisa, publicada recentemente pela revista “Body Image”, teve o objetivo de verificar até que ponto um relacionamento amoroso pode contribuir para que mulheres desenvolvam distúrbios alimentares e criem uma fixação fora do comum com a conquista do corpo perfeito.

Mulheres com parceiros atraentes se sentem mais pressionadas a fazerem dietas

Os pesquisadores descobriram que mulheres que se encontravam em um relacionamento em que o parceiro era mais atraente, naturalmente se sentiam inseguras e pressionadas a se manterem em forma e, por isso, recorriam, constantemente, a dietas e academias.

Já o inverso não ocorria com a mesma frequência, segundo os cientistas.

Ou seja, quando a mulher era a parte mais atraente da relação, os homens não demonstraram incômodo ou se sentiram pressionados a parecerem mais bonitos ou em forma.

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Mais de 100 casais participaram do estudo, passando por uma bateria de questionários para a efetivação da pesquisa.

As perguntas basearam-se na satisfação de homens e mulheres em quesitos como imagem corporal, forma física e peso.

Os participantes também foram avaliados por outros grupos que classificaram o nível de atratividade dos casais, elegendo os que consideravam mais atraentes em cada relacionamento.

A partir do resultado da enquete, foi diagnosticado que mulheres consideradas menos atraentes em relação aos seus parceiros também foram as que responderam estarem mais inseguras e menos confiantes com seus corpos, o que as motivava a fazer cada vez mais dietas.

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Com o estudo em mãos, os médicos agora terão a possibilidade de desenvolver programas de assistência médica e psicológica a mulheres que desenvolvem transtornos alimentares, por se sentirem pressionadas diante de seus parceiros que consideram mais atraentes.

A partir do resultado, os pesquisadores da Universidade da Flórida passaram a aconselhar as participantes e seus maridos.

Para os cientistas, é fundamental que os homens destaquem que suas esposas e namoradas são lindas e que seu amor por elas não depende do seu peso nem forma física.

Da mesma forma, as mulheres, segundo os médicos, precisam manter os pés no chão e entenderem que sua autoestima não deve advir do marido ou namorado.

Assim, de acordo com os pesquisadores, fica mais fácil contornar esses tipos de distúrbios alimentares e manter o relacionamento de uma forma mais saudável.

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