Alimento com fama de ser saudável pode destruir a tireoide e causar doenças graves

A soja é um alimento presente na mesa de muitas pessoas que acreditam estar fazendo um bom negócio ao substituir a proteína animal por esses grãos.

Contudo, estudos científicos demonstraram que o consumo intenso de soja – especialmente na forma de leite e carne – pode acarretar em sérios prejuízos para a saúde.

Saiba mais a respeito e descubra porque tantas pessoas tem eliminado esse alimento de suas dietas na busca por mais saúde.

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Alimento com fama de ser saudável pode destruir a tireoide e causar doenças graves

O que a indústria da soja diz sobre ela

Durante muitos anos a indústria bilionária da soja vem investindo em propaganda para convencer mais pessoas a se tornarem adeptas do grão.

Provavelmente você já leu alguma matéria que falava sobre o fato da soja ser rica em proteínas e ter baixo teor calórico ou ainda contribuir para a redução do colesterol ruim.

Matérias assim são difundidas como publicações de estudos científicos aumentando os impactos positivos da soja na saúde mas, desconsiderando as questões que podem fazer dela uma vilã para a tireoide ou mesmo abrindo espaço para o desenvolvimento de doenças graves.

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Substâncias desse alimento que fazem mal a saúde

Você deve estar se perguntando, mas afinal por que a soja pode ser tão prejudicial à saúde?

A soja possui substâncias conhecidas como ‘antinutrientes’ com destaque para aquela que atua como inibidora da enzima Tripsina que é sintetizada pelo pâncreas (uma glândula do corpo) e fundamental para que seja realizada a digestão assertiva das proteínas.

Ressaltamos que nem mesmo o cozimento do grão neutraliza a ação dessas substâncias.

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Consequências da má digestão de proteínas

Quando o organismo não faz a digestão correta das proteínas, fica suscetível a um amplo leque de problemas, em particular a baixa (ou falta de) captação dos aminoácidos necessários para o bom funcionamento do corpo.

Uma pessoa que se alimenta de grande quantidade dessa substância pode ter dificuldades de crescimento e desenvolvimento cognitivo.

Alguns estudos realizados com animais observaram o desenvolvimento de câncer no pâncreas.

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Problemas na formação de neurotransmissores

Outro efeito bastante nocivo, do consumo de alimentos que possuem substâncias inibidoras da absorção de aminoácidos, é o comprometimento do fabrico de neurotransmissores.

Um indivíduo que apresenta desequilíbrio de neurotransmissores pode apresentar episódios de enxaqueca, cefaleia (do tipo tensional e em salvas), quadros de ansiedade e depressão entre outros problemas.

Se a pessoa em questão já apresenta pré-disposição para um desses problemas e adota uma dieta rica em soja dificilmente escapará de desenvolver esses quadros.

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Substância Hemaglutinina – Maior viscosidade do sangue

A soja é um alimento rico numa substância chamada Hemaglutinina que é reconhecidamente um ingrediente que engrossa o sangue tornando a sua coagulação mais iminente.

Um indivíduo que sofre de enxaqueca já possui mais chances de coagulação sanguínea, adotando a soja como um alimento presente na sua dieta aumenta ainda mais essas chances.

Existem muitos casos de pessoas que sofrem AVC (Acidente Vascular Cerebral) devido ao consumo elevado dessa substância em sua alimentação.

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Fitatos – Bloqueadores de substâncias fundamentais

Para completar a lista de substâncias nocivas, presentes no grão da soja, temos que falar sobre os fitatos (também chamados de ácido fítico) que são responsáveis pelo bloqueio da absorção de substâncias fundamentais para o bom funcionamento do organismo.

Outros grãos e cereais contêm fitatos, no entanto, nenhum supera a soja e nos demais existem formas práticas de neutralizá-los (como deixando de molho por algumas horas).

Dentre as substâncias que são bloqueadas pelos fitatos estão os minerais zinco e magnésio.

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Leite de soja também faz mal a saúde

Para quem está pensando que é somente o grão da soja que pode fazer mal a saúde, é importante ressaltar que o leite feito a partir dele também.

O leite é obtido através do processo de mergulho dos grãos numa substância alcalina.

Esse procedimento objetiva neutralizar os inibidores de tripsina, mas não é 100% bem-sucedido.

Forma-se uma espécie de pasta que é aquecida a 100ºC e na pressão.

Embora seja um processo que neutraliza os antinutrrientes, também danifica a estrutura das proteínas da soja tornando o leite então um alimento pobre nutricionalmente.

E devemos ainda lembrar que esse trabalho todo não neutraliza os fitatos que continuam na tarefa de evitar a absorção de nutrientes.

Por fim, é necessário esclarecer que a substância alcalina citada no início da explicação tem como base n-hexano que é um solvente derivado do petróleo.

O leite de soja que chega a sua casa ainda pode conter alguns traços dessa substância tornando-se um alimento com potencial cancerígeno.

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Carne de soja

Um dos produtos mais consumidos pelos vegetarianos, a carne de soja, também apresenta um processo produtivo bastante duvidoso.

Para obter a proteína (carne) de soja é necessário moer a soja e retirar dela o seu óleo e o seu carboidrato, para isso se usa a combinação de um solvente e altas temperaturas.

As fibras são separadas com o auxílio de uma substância alcalina.

O passo seguinte é a realização de um banho ácido que serve para a precipitação da soja.

Para terminar é usada uma substância alcalina para neutralizar a soja.

O resultado desse processo passa por um processo de secagem e é reduzido a pó.

O alimento resultante não tem muitos nutrientes e ainda apresenta os temidos inibidores que fazem tão mal ao organismo.

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Fermentação – Tornando a soja um alimento melhor

A soja tem origem na China, local em que é consumido na forma de missô e shoyu.

O processo de fermentação pelo qual a soja passa para dar origem a esses alimentos oferece neutralização dessas substâncias nocivas.

Parte dos fitatos do tofu são neutralizados.

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Quais os danos que a soja pode causar ao organismo?

Deficiências nutricionais – Por inibir a absorção de aminoácidos pode acarretar no desenvolvimento de uma série de doenças;

Envelhecimento precoce – Ao bloquear a absorção de zinco a soja reduz a produção de colágeno que dá firmeza a pele;

Aumento do risco de desenvolver diabetes tipo II – O zinco é essencial também para o controle de açúcar no sangue, baixa quantidade desse mineral pode contribuir para o desenvolvimento do tipo II do diabetes;

Deficiência de vitaminas – O organismo passa a ter menor absorção de vitaminas B12 e D;

Baixa da imunidade – Os minerais não absorvidos pelo organismo devido a presença de bloqueadores fazem falta na formação das defesas do sistema de imunidade;

Problemas de tiroide – A presença de todos esses antinutrientes contribui para problemas da tiroide, algo que tem crescido nos últimos anos devido ao consumo mais elevado de soja;

Rico de Doença de Alzheimer – Por ter uma elevada quantia de alumínio tóxico, pode contribuir para o surgimento dessa doença degenerativa além de causar danos aos rins;

Ciclo menstrual – O consumo regular de leite de soja pode afetar o ciclo menstrual da mulher por conter grande quantidade de hormônios;

Pesticidas e modificações genéticas – Boa parte dos grãos de soja são modificados geneticamente além de estarem carregados de fortes pesticidas que chegam a mesa de quem o consome.

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Pesquisas científicas a respeito da soja como alimento

Já faz anos que a soja vem sendo alvo de estudos que visam compreender a extensão do prejuízo que o grão pode causar na alimentação das pessoas.

Os resultados desses estudos – que são inúmeros – não são amplamente divulgados porque a soja movimenta bilhões de dólares todos os anos, não sendo do interesse das indústrias que o consumidor tenha essa informação.

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Como consumir soja com mais segurança?

Para quem gosta desse alimento, a dica é procurar por versões fermentadas naturalmente, essa informação deve estar presente na embalagem.

O missô e o molho shoyu são versões de produtos mais seguros a base de soja.

Reduza o consumo de tofu, contudo, quando for consumi-lo lave-o bem em água corrente para eliminar o máximo dos antinutrientes.

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